terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Ilusão

Um dia enquanto a terra dava um de seus giros, girei com ela para um lugar distante era um lugar onde tinha a sensação de estar perto do meu grande amor. Sentia-me como se estivesse num lugar especial, cheio de magia, onde ela me tocava e me arrepiava.
Estava me sentindo sozinha, até que de repente escutei uma música muito bela e comecei a caminhar para encontrar de onde vinha tal canção. Rapidamente avistei no meio de muitas árvores um belíssimo castelo e sem demora entrei e cada vez a música ficava mais intensa. Caminhando dentro do castelo, me deparei com uma porta e há abri era uma grande sala, a sala de onde vinha a música. Era enorme, mas não havia nenhuma mobília. Ao entrar na sala vi ao centro uma coisa que me chamou muito a atenção e cheguei mais perto para ver do que se tratava. Me deparei com uma bela rosa vermelha, sua cor era forte e era como nenhuma outra já vista por mim, era um vermelho mais forte do que uma verdadeira paixão que queima dentro do corpo deixando rastros e mais rastros.
Sua beleza era tanta que por um instante tive vontade de tocá-la e o fiz. Ao tocá-la uma enorme porta se abriu e um grande vexo de luz iluminou a sala que até aquele momento estava sem vida, sem cor, sem luz. Um belo homem surgiu por entre o vexo de luz, era alto, robusto, e se parecia muito com um príncipe com um olhar encantador e ao mesmo tempo misterioso. Ele caminhava em minha direção ao se aproximar...
“_ Vamos Kátia, estamos atrasadas!”
 De repente tudo se desfez como em um conto de fadas, mas descobri o que tudo aquilo quis me dizer. O giro que havia dado era um sonho, o castelo que havia encontrado meu grande amor, a rosa dentro dele era seu coração que quando toquei abri as portas para a ilusão...

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